
A vice-presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, Ângela Lemos, acredita que o calendário escolar previamente estabelecido para o novo ano letivo será cumprido, mas admite, também, a necessidade de fazer ajustes caso a resolução do problema da correção dos exames nacionais não aconteça a muito breve trecho.
Ângela Lemos está convencida de que o Ministério da Educação será capaz de reorganizar o calendário atempadamente, de maneira a não interferir no planeamento de candidaturas do ensino superior, cuja primeira fase está aprazada para decorrer de 20 de julho a 6 de agosto.
A nova data definida pelo Governo para a conclusão do processo é 17 de julho (sexta-feira ), e, nesse caso, a responsável dos institutos politécnicos está convicta de que será possível respeitar o calendário estabelecido. No entanto, salvaguarda que, no caso de existir uma nova demora, pode ser necessário repensar os prazos. Exemplifica com os contratos para os professores convidados, que terão de ser alterados face a eventuais novos contratempos, ou com as entradas nas residências universitárias, que podem ser programadas para uma determinada altura e terem de ser alteradas. Apesar das dificuldades do processo, Ângela Lemos está esperançada de que não será necessário alterar datas e que o Concurso Nacional de Acesso vai decorrer dentro da normalidade.